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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A arte de professorar...

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POR: Raquel Morelli

(em poucas palavras)

Semeei por aí sentimentos mais puros
Amei cada vida que foi colocada diante da minha
Perdoei os erros mais simples

Reprovei attitudes
Incentivei a sempre buscarem os sonhos mais puros
Procurei oferecer sempre o meu melhor

Sei que, no fim das contas,
Formei pessoas do bem.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Diário de oscilação emocional e as variáveis


POR: Raquel Morelli

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Minha psicóloga me orientou a escrever um diário de oscilação emocional e as variáveis a fim que que eu mesma possa detectar o que me afeta e como me afeta (para o bem ou para o mal).
Não é necessário escrever todos os dias, apenas colocar a data da escrita, o período e o que ocorre nele.
Além disso, ela me orientou a volta a escrever.
Sempre gostei de tal hobby, porém depois que lancei o livro, foi inconsciente a sensação de dever cumprido. Acabei me afastando um pouco de algo que me traz muito prazer.
Resolvi voltar.
Eu gosto de escrever poemas e nunca deixei de fazê-lo. Mas alguns textos reflexivos, nesse momento, serão bons para mim caso eles consigam sair de dentro do peito.

Hoje começo essa série "Diário de oscilação emocional e as variáveis", aplicando nos textos o que eu sinto a respeito de algumas emoções. Não faço ideia do texto que vai sair, mas vamos lá. Tentarei ser coerente.

O primeiro texto da será sobre o #desânimo
6/4= Estou me sentindo desanimada. Provavelmente o fato de eu estar doente, com a laringe, traqueia e brônquios inflamados ajudem nesse desânimo, nessa falta de ar, falta de vontade.
Porém acredito muito que o corpo seja um reflexo da alma.
Atualmente, passo por algumas situações delicadas: mudanças tanto no trabalho quanto na vida pessoal. Por melhores que sejam, geram uma certa ansiedade.
O ambiente de trabalho de um professor atualmente não é dos mais favoráveis e tudo o que você escuta, quase que 100% do tempo é: "desânimo", "falta de motivação", "stress", "aposentadoria". Enfim.
A gente, por mais que fique quieto, absorve as energias dos outros. Absorvemos suas falas, absorvemos medos e sentimentos que nem sempre condizem com nossa verdade, com nosso estado de estpírito.
Baqueei. Obviamente.
Sou relativamente nova, estou começando agora na carreira e toda essa energia (ou a falta ou o negativismo dela) está me afetando.
Porém sigo geralmente quieta, fazendo o que me é proposto da melhor forma possível e dentro das minhas limitações.
Acredito veemente que estou traçando o melhor caminho, que não é fácil.
Mas oscilo.
Ao mesmo tempo em que dou o meu melhor, também sinto a necessidade de me questionar com frequência se esse é realmente o caminho certo a seguir.
Claro, tenho alguns planos B, C, D na mente, porém nem todos são viáveis.
Então, vivo a base do "dia após dia" e vamos ver no que vai dar.
Hoje me apego mais na questão da espiritualidade, na lei da abstração e me sinto melhor lendo sobre budismo, espiritismo e qualquer outro "ismo" que possa aparecer.
Vou começar a meditar, primeiro com ajuda para aprender, pois minha mente é muito ansiosa e preciso praticar mais o Mindfulness, coisa e tal.
Mas, voltando a falar, a lição de hoje, basicamente, seria essa: não deixe que o desânimo do outro te afete. Principalmente no seu trabalho.
Faça o que você tem que fazer, da melhor maneira e deixe o outro fazer o dele.
Escute as pessoas, forneça conselhos, compartilhe ideias. Mas não deixe a sua energia ser sugada ou alterada pela energia do outro.
Cada pessoa vive um momento, cada um está enfrentando alguma batalha. Inclusive você. Suas batalhas já são mais que suficientes na sua mente e tente apenas não absorver para si próprio as batalhas que não te pertencem.
Devemos sempre lembrar que se estamos em algum lugar hoje é por mérito e as coisas, apesar de nem sempre acontecerem como desejamos, acontecem de forma necessária. Precisamos enfrentar os obstáculos para nos fortalecermos.
Faça uma faxina em sua mente e apenas concentre-se no que é seu.
Hoje tirei o dia para pensar no quanto o trabalho me afeta. Mesmo estando doente, não consegui passar uma hora sem pensar nele. Se está tudo certo, no que preciso fazer já para semana que vem, se vou dar conta, etc.
Resolvi parar e ler um pouco.
Conversando sobre isso com a minha mãe, ela falou algo do tipo: "Eu também não gosto de trabalhar o tempo todo, às vezes não queria lidar com o que eu preciso no trabalho, mas temos que lembrar que é por causa dele que pagamos as contas, fazemos viagens e realizamos sonhos".
Isso ficou na minha mente.
Lembrei do que minha psicóloga falou um dia: "O trabalho faz parte da sua vida, mas NÃO é sua vida".
Não ganho lá rios de dinheiro, mas consigo me manter.
Sou muito organizada com minhas finanças e as deixo sempre em dia.
E viajar?? Ahh... eu amo.
Faço mil planos, mil lugares.
De repente, hoje parei de pensar no trabalho em si e comecei a pensar nos planos, nas viagens.
Resolvi, enfim, traçar um plano mental: toda vez que me sentir desanimada no ambiente de trabalho ou fora dele ou até mesmo perceber que estou sendo influenciada por energias negativas que não são minhas, vou pensar nisso que minha mãe falou. Vou focar minha mente para o resultado proporcionado pelo meu esforço: minhas viagens e outros sonhos que, relativamente em pouco tempo, eu conquistei e ainda conquistarei.
Sim, não é nada fácil. O dia a dia nos força a manter nossa mente sã para seguirmos firmes. Mas é gratificante ver que seu desânimo ao trabalhar um dia pode ser convertido em alegria ao acordar e pensar nas conquistas.
O importante é focar nas suas alegrias. Nas suas energias.
Se o mundo manda a você desânimo, responda emanando alegria.
(E quem sabe isso não contagia o outro?)
Desânimo pode ser contagioso, mas estou certa de que a alegria também é. E ela certamente tem mais poder sobre as pessoas.

OSCILEI
DESÂNIMO ~~~~~ ALEGRIA

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Mais um texto sobre final de ano



POR: Raquel Morelli

Estava lendo alguns posts antigos do blog e percebi que o mês de outubro é ideal para falar sobre o ano que está quase acabando.

Pois bem, como fiz em 2014, farei agora um texto sobre 2015.

O clichê que cometo em todos esses textos é falar que o ano passou rápido demais. Sim, vou "clichezar" novamente e dizer que 2015, para mim, voou! :O

Não foi um ano fácil. Acredito que já entrei nele com o pensamento: "puta que pariu, impossível superar 2014, porque 2014 foi demais, porque TUDO de bom aconteceu em 2014, porque nada vai acontecer em 2015, porque isso, porque aquilo, porque bla bla bla..." (Sim, sou nostálgica, tendo a não receber bem o novo e sou ansiosa demais).

Realmente, 2014 foi um ano excelente. Mas 2015 também foi! Sim, ele não teve grandes surpresas, ele teve algumas pedras no caminho e ele teve alguns dias ruins. Mas teve, também muitas coisas boas, incríveis.
Acredito que a diferença entre os dois anos foi: 2014 eu comecei e 2015 eu continuei.

2015 foi o ano do lançamento de meu primeiro livro. Sonho maior até então, realizado. Pronto, comecemos daí.
2015 também foi o ano de trabalhar. Trabalhar duro, muito, ficar exausta, não comer direito.
O que leva a... 2015 ter sido o ano que eu mais engordei. Em um piscar de olhos, fiquei uma bolinha rosada, um botinho cor de rosa. Com a justificativa de "não ter tempo", comia, mas não me exercitei. Algo que preciso fazer, urgentemente. Tenho dois meses para me regrar.
Apesar dos quilos a mais (e sim, adoro comer!!), 2015 foi o ano em que eu parei de tomar refrigerante.

Foi o ano em que comecei a cursar minha segunda faculdade, de Psicologia, que sempre me interessou (assim como Letras). Sempre soube que emendaria essas duas faculdade. Para mim, uma graduação é pouco perto de todo o conhecimento que se tem em várias áreas.

Enfim, gostei de 2015. Foi um ano, como disse, de muitas ocupações, mas prefiro isso a ter uma mente desocupada. 

Que daqui um ano eu possa fazer um novo balanço. Vamos ver quais as sementes que 2015 vai deixar, quais os frutos que colherei em 2016 e, principalmente, quais as surpresas que o próximo ano trará. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Quarta- feira


Estou na padaria às 6h15 da manhã. Um pouco dormindo, um pouco acordada. De repente, sou atendida.
- Bom dia, quer um café?
De bom dia, não tem nada. Só mesmo um café bem forte para me fazer aguentar a pressão de um dia que parece ser interminável. O trabalho é puxado, os pensamentos não param e a ansiedade para que chegue logo o fim é grande.
Só quero voltar para a casa e ler um livro em silêncio.
Mas vai demorar...
- Bom, dia, quero um café sem açúcar. E um pacote de "Passatempo".
Literalmente.